// 01 — sobre
Sobre mim
Sou Camilo Nunes, tatuador em Porto Alegre, e trabalho com tatuagem há mais de 20 anos.
- anos tatuando
- 20+
- Porto Alegre
- POA
// de onde vim
Trajetória
Minha história começou ainda no universo do body piercing, em um estúdio que foi uma referência na cidade. Foi ali que comecei a observar de perto o trabalho de outros tatuadores e, naturalmente, fui me aproximando cada vez mais da tatuagem. O que começou como curiosidade acabou se tornando profissão, e a profissão acabou se tornando uma parte importante da minha vida.
// o que faço
Estilos
Ao longo desses anos, passei por diferentes estilos e técnicas. Tenho uma ligação especial com linhas, black & grey e tatuagem oriental, mas nunca gostei muito da ideia de me limitar a uma única linguagem. Gosto de explorar possibilidades e encontrar, em cada projeto, a melhor maneira de transformar uma ideia em tatuagem.
// player 2
Fora do estúdio
Grande parte das minhas referências também vem daquilo que gosto fora do estúdio. Videogames, quadrinhos, anime, animações, música e cultura geek sempre fizeram parte da minha vida e influenciam naturalmente meu olhar e meu repertório visual. Sou daqueles que conseguem passar bastante tempo falando sobre uma tatuagem e, logo depois, discutir um videogame antigo, uma HQ ou alguma música que marcou determinada época.
Fora da tatuagem, também tenho uma relação muito forte com videogames e com a cultura retrô. Gosto de colecionar, pesquisar e preservar coisas que fizeram parte da minha história — especialmente consoles e jogos de outras gerações. Talvez exista uma ligação entre isso e a maneira como vejo a tatuagem: gosto de coisas que têm personalidade, história e que continuam interessantes mesmo depois de muitos anos.
referências.log
- videogames
- quadrinhos
- anime
- animações
- música
- cultura geek
- consoles antigos
// como eu trabalho
Uma tatuagem não precisa seguir uma fórmula
Não acredito que uma tatuagem precise seguir uma fórmula. Cada pessoa chega com uma história, uma referência ou simplesmente uma vontade. Meu trabalho é entender isso e transformar essa ideia em algo que tenha identidade — tanto para quem olha quanto para quem vai carregar.
Hoje, depois de mais de duas décadas tatuando, continuo gostando da mesma coisa que me trouxe até aqui: criar, aprender e transformar boas ideias em algo que possa acompanhar alguém por muitos anos.